Lançamento do livro:
Todos os abismos convidam para um mergulho

Todos os abismos convidam para um mergulho (Editora Patuá, 2017) é o primeiro romance de Cinthia Kriemler. Acostumada aos contos, aos textos curtos, a autora entrega agora ao público um história robusta de 272 páginas. No entanto, o foco nas misérias sociais e nos aspectos psicológicos dos personagens é uma característica que a escritora trouxe do universo dos contos para a narrativa longa.

“Todos os abismos convidam para um mergulho é um romance sobre depressão, abusos e cicatrizes. Sem soluções felizes. Como algumas existências.” — Cinthia Kriemler

 

Sobre o livro

“Universos internos e externos são explorados e lançam o leitor em um mergulho semelhante a um afogamento”
(Lisa Alves, na apresentação de Todos os abismos convidam para um mergulho).

Beatriz é uma assistente social que trabalha numa casa abrigo, lidando com crianças e adolescentes vítimas de abusos e maus-tratos. Uma profissional obstinada. Uma mulher forte, dura, ácida, desencantada. Obcecada pela vontade de se punir pela morte de sua filha única, Laura, uma adolescente de 16 anos, vítima de depressão, que cometeu suicídio há dois anos.
Beatriz é uma mulher com muitos fantasmas. Um deles, a sua relação complicada e agressiva com a mãe, desde a infância. Divorciada de Bernardo, um homem paciente e amigo, mantém com ele uma relação de dependência emocional quase mórbida, mas ao mesmo tempo de gratidão.
Depois que causa involuntariamente — ou não? —, a morte de um abusador, é obrigada a fazer terapia com Clarice, uma psiquiatra a quem não consegue manipular e que a faz trazer à superfície histórias e sentimentos indesejados. Que a põe em contato com uma Beatriz que não sabe se distanciar dos casos em que atua, que se vinga, e que coloca a empatia pelas vítimas acima da ética.
Sexo. É o que Beatriz faz quase o tempo todo. Um sexo destituído de amor, que ela decide quando e como acontece. Uma válvula de escape que pode ter se tornado um vício. Em volta dela, a violência e a insanidade praticadas por todo tipo de abusadores contra incapazes e minorias, delineando a cara de uma sociedade alienada e esfacelada, que fecha os olhos para o que precisa ser feito com a urgência do ontem.

SERVIÇO
LOCAL: Restaurante Carpe Diem, 104 Sul, Brasília-DF
DATA: 24 de agosto de 2017
HORÁRIO: 19h

 

Sobre a autora

Cinthia Kriemler

A autora foi semifinalista do Prêmio Oceanos de Literatura 2016, com o livro de contos “Na escuridão não existe cor-de-rosa” (Editora Patuá, 2015).
Carioca, mora em Brasília desde 1969. Bacharel em Comunicação Social/Relações Públicas pela Universidade de Brasília-UnB e Especialista em Estratégias de Comunicação, Mobilização e Marketing Social, também pela UnB. Analista Legislativo (aposentada) da Câmara dos Deputados.
Membro do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal — Sindescritores/DF.
Participa de palestras e painéis literários, é jurada de concursos literários e ganhadora de prêmios em concursos de contos, crônicas, minicontos e poesia. Integra diversas antologias de conto e de poesia. Tem publicações em diversos periódicos virtuais, como Mallarmargens, Germina, Escritoras Suicidas, Diversos Afins, Revista InComunidade, Revista Philos. Escreve mensalmente para a Revista SAMIZDAT ( todo dia 16). Seu blog é http://cinthiakriemler.blogspot.com.br

Obras Publicadas

Todos os abismos convidam para um mergulho (Romance, Editora Patuá, 2017)
Na escuridão não existe cor-de-rosa (Contos, Editora Patuá, 2015)
Sob os escombros (Contos, Editora Patuá, 2014)
Do todo que me cerca (Contos e crônicas, Editora Patuá, 2012),
Para enfim me deitar na minha alma (Contos, Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, 2010)
Atos e omissões, editado em e-book pela Amazon Brasil (Novela policial, 2013).
Contações, editado em e-book pela Amazon Brasil (Contos, 2015).

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