Editorial – Novembro 2021

Caros amigos,

Falta só um pouquinho para o ano de 2021 acabar! Acho que todos que estavam reclusos e constantemente preocupados com a pandemia já estão começando a relaxar e retomar uma “certa” normalidade em suas rotinas. Pelo menos os que se vacinaram é claro, não vou nem mencionar os negacionistas e anti-vacinas pois nem merecem minha referência. 

Vamos manter o foco nos seres que estão conectados com a vida, com a ciência e a Verdade,  pois estes devem estar felizes em poder circular por aí sem medo, mesmo que mantendo as precauções de segurança, o alívio no astral já pode ser sentido.

Nós também estamos aliviados e mais que isso, estamos empolgados com as novas possibilidades de trabalho e encontros em nosso espaço. E para fechar o ano com chave de ouro, um lindo Festival de Natal está sendo cuidadosamente preparado, com diversos expositores de artesanato, produtos naturais e muita comida boa! Os interessados em expor seus produtos e quitutes podem se inscrever até dia 17/11 e o evento será dia 18/12, o formulário de inscrição pode ser acessado pelo link em nossa revista Openzine. Em breve postaremos os detalhes da programação cultural e participantes selecionados.

Por enquanto fica aqui nossa reflexão. Esperamos que este período tenha despertado em seu coração a necessidade de cultivar os amigos, as relações familiares e tenha servido para a compreensão de que estamos todos unidos, pelo bem ou pelo mal, qualquer coisa que afete nossos irmãos e irmãs neste planeta certamente irá nos alcançar e nos afetar. Vamos fortalecer nossa fé e união, juntos poderemos vencer os desafios sociais, humanitários, educacionais e políticos que nosso país enfrentará em 2022. O estrago foi imenso, há muito que se recuperar na cultura, saúde, educação e ambientalmente. Aproveite o final do ano para rever seus conceitos, engajar-se em projetos do bem e cuidar de sua saúde física, mental e espiritual. Se desejamos criar condições mais justas e equânimes para todos vamos ter muito trabalho pela frente, mas ao invés de esperarmos que alguém “nos salve” ou conserte nosso planeta por nós, teremos que arregaçar as mangas e começar a mudança em nosso interior. Como diz um provérbio chinês: “Se queres mudar o mundo, primeiro dê três voltas em torno da tua própria casa”. A revolução começa com pequenas ações que nascem em nosso coração e transbordam para a sociedade como um todo. Ou como diria Mahatma Gandhi:

Seja a mudança que quer ver no mundo!

Mãos em prece,

Regina Proença

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